Chegámos cansados e cheios de sono, mas ao contrário de outras ocasiões em que este estado nos leva a situações menos agradáveis, desta vez o cansaço aliou-se à alegria de estar em casa, de rever os avós e a tia corajosa (que ainda estava meio adormecida), de reencontrar os cheiros e as cores que nos fizeram companhia uma vida inteira (mesmo que algumas ainda sejam curtinhas).
A chegada a casa, que cada vez parece mais pequena, foi tranquila e a saudade da caminha ajudou a uma soneca matinal. Depois foi o reencontro com outros avós, as brincadeiras e os mimos, o matar saudades de alguns petiscos, o desfazer das malas, o readaptar os movimentos ao espaço, o programar de actividades e passeios. Algumas coisas eles já fazem com desconfiança: beber água da torneira, andar descalços, comer as maçãs com casca, lavar os dentes com água corrente...
Às 8h30 o João Pestana atacou forte e feio e foram para a caminha sem reclamações. Ainda agora chegaram e já têm saudades do pai... fez-lhe falta para contar a história!
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