27 de setembro de 2013

Sibéria


Devido à abundância de seres alados, uns mais perigosos que outros, e ao facto das ditas criaturas não se fazerem acompanhar de um crachá que as identifique (“Olá eu sou a mosquita da malária e só pico ao fim do dia!” ou “Oi, eu sou o Aedes aegypti, também conhecido como mosquito do dengue e sou lixado!” ou ainda, “Muhahaha, eu sou um mosquito da treta, só faço comichão, mas vocês não sabem disso certo?”) cá por casa vive-se num ambiente polar, quase se consegue imaginar pinguins a descer as escadas na esgalha. 

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