Devido à abundância de seres alados, uns mais perigosos que outros,
e ao facto das ditas criaturas não se fazerem acompanhar de um crachá que as
identifique (“Olá eu sou a mosquita da malária e só pico ao fim do dia!” ou
“Oi, eu sou o Aedes aegypti, também
conhecido como mosquito do dengue e sou lixado!” ou ainda, “Muhahaha, eu sou um
mosquito da treta, só faço comichão, mas vocês não sabem disso certo?”) cá por
casa vive-se num ambiente polar, quase se consegue imaginar pinguins a descer
as escadas na esgalha.
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